Mas o mais importante é recordar um pouco a homenagem a Lion Marc-Vivien Foé.
Quem "andou" a jogar à bola, sabe disso. Mesmo aqui.
"Interessam-me os actos humanos. Nunca para rir-me deles, mas sim para os compreender." B.Spinoza
30.6.03
Como é possível?
Isto é o fim do Mundo!!!
Não sei como é possível, mas o Ministério da Educação permite que qualquer pessoa verifique, on line, o nosso curriculum escolar mesmo que já tenhamos terminado de estudar há 50 anos. Se quiserem experimentar e ver se está correcto, o endereço é este.
Isto é o fim do Mundo!!!
Não sei como é possível, mas o Ministério da Educação permite que qualquer pessoa verifique, on line, o nosso curriculum escolar mesmo que já tenhamos terminado de estudar há 50 anos. Se quiserem experimentar e ver se está correcto, o endereço é este.
29.6.03
Bom dia, boa tarde ou boa noite, conforme a hora em estiveres a ler este post.
Isto prova que um blog é tudo menos um diário. Estamos a fazer de conta que somos os mensageiros das novas que nos vai na alma e escrevemos para os outros. Muitas das vezes só me falta dizer: “Olá, eu sou o Eduardo e este é o meu blog nacional.”
Tem as suas vantagens que passo a explicar: na minha caixa de correio electrónico recebo as primeiras notícias (newsletters) do Washington Post, do Correio da Manhã, do Record e do Portal da Bolsa. Depois vem aqueles senhores do iBest, do Baixaki e do Zdnet a esclarecerem-me como posso ter o último grito tecnológico para o meu PC. Além, claro,da Fátima a transmitir-me as actualizações do Tudo para Blogs ponto com. Não é fácil dar seguimento a isto tudo ao mesmo tempo. Daí que já tenha detectado que estou a ficar dependente dos blogs. Logo que ligo a máquina, a primeira coisa que faço é ir aqui. Depois leio, por ordem aleatória, as novidades políticas à Esquerda e à Direita.
Notícias sobre livros, exposições ou filmes. Discos, Revistas, discursos ou entrevistas.
É só escolher e ter a sorte de apanhar os posts mais fresquinhos de quem está até às cinco da matina de volta do teclado. Só vou à rua para beber café e comprar cigarros.
Tenho cá tudo em casa, o que vou eu fazer p’ró quiosque?
É por estas e por outras que não me canso de lhes agradecer. Pode até ser por vaidade que muitos dos bloguistas blogueiam, mas não deixa de ser verdade que as coisas estão lá escarrapachadas para nosso uso pessoal. Como dizia o outro, é a Cultura, estúpido!
28.6.03
Não sei onde li isto, mas o certo é que não damos a atenção devida às pessoas. Das duas uma, ou andamos atarefados com a nossa própria imagem selectiva, ou somos, (eu e mais o cão) completamente despassarados e passamos ao lado da velocidade com que correm as coisas.
Isto vem a propósito de quê?...
Olha,... não sei!
Só sei que alguém já frisou ( e se não frisou devia ter frisado) a repetição exaustiva do tema BLOGUES,( termo que os mais ilustres aplicam em bom português e que eu não gosto. Para mim é BLOG e acabou-se. Ditador que se preze, funciona desta maneira.) na actualidade social contemporânea. Mas antes isso do que o “choradinho” dos Telejornais, as “pieguices” côr-de-rosa das Revistas sociais e os “atamancados" programas governamentais da “Cultura”.
Como tenho permanentemente de actualizar o meu (ainda não sei porquê, mas tá bem)
vai-se escrevinhando umas tretas da treta vezeira. Uns com mais sucesso, outros assim nem tanto. Hoje então, nem St.º António me salva, quanto mais todos os pedros da blogosfera. (porque não blogosterra?)
Mas no meu ver, “isto” é mesmo assim. Enquanto o sistema funcionar, gostamos de nos “ver”, “ouvir” e “falar” como uma coisa que é nova, diferente e apetecível, no termo mais generoso do verbo. No entanto, “não há mal que sempre dure nem bem que se não acabe”, lá diz a sapiência dum povo que, por acaso, somos nós Portugueses), de um momento para o outro” isto” pode acabar.
Para mim, a razão de ser das coisas tem que ter um significado, um objectivo. Sem que tenha de o ser no sentido objectivado da questão. (não bebes mais nada hoje)
Isto vem a propósito de quê? Olha... também não sei.
O que sei é que não nos devemos (eu e o cão) apegar muito a uma “coisa” que sabemos ser efémera.
A separação depois fica mais difícil e, cruelmente gravada, ficará na história das nossas passagens pelos blogs o que se escreveu, o que se viu e relatou, o que de bom e de “mau” a se assistiu.
Um blog é um blog, e a vida lá fora é tão pequenina que nem sequer vou perder mais tempo para refilar com a orientação que muita gentinha quer dar a uma coisa que nos sai quase de borla: que é ter um espaço onde se pode dizer todos os disparates, fazer de tudo uma brincadeira e, duma maneira geral na reflexão do que cada um é na realidade, podendo aprender e conhecer com tudo e com todos.
Os blogs, NÃO são uma forma de vida.
São apenas mais uma forma de passar por ela. Digo eu, não sei.
Parece que resolvi o problema dos acentos.
Já aparece o til no não ou não?
E no verão? Talvez não.
Não há bela sem senão, não? Uff... já não era sem tempo.
É assim:
Settings
Formating
Language - mudar para Português (Brasil)
Encoding - Verificar se está com Western-Windows 1252
... e pronto! Salva-se as mudanças e cá vão eles todos catitas a dizer "não, não e não" como na canção da Resende.
Já aparece o til no não ou não?
E no verão? Talvez não.
Não há bela sem senão, não? Uff... já não era sem tempo.
É assim:
Settings
Formating
Language - mudar para Português (Brasil)
Encoding - Verificar se está com Western-Windows 1252
... e pronto! Salva-se as mudanças e cá vão eles todos catitas a dizer "não, não e não" como na canção da Resende.
26.6.03
... E de referir que a Tânia, tem sido duma simpatia excepcional. Inclusivamente, se ela chegar ao ponto de c? vir, vai-me logo dizer como se resolve este pequenino problema com os acentos. ?h... queres ver?
Como qualquer vaidoso que se preze coloquei um contador. Ponto final e vou já mudar de parágrafo.
A finalidade, era tentar saber por este meio se o que está “posted” teria aceitaç?o num “mundo” t?o diversificado como a blogosfera. Cheguei, ao final de três dias, à conclus?o de que n?o!
Sei o que valho, sei o que faço, sei o que sou. Esta é uma das minhas bandeiras.
N?o atingi a escolaridade dos ilustres. N?o sei quase nada de inglês. No visitei o Louvre e s? vi duas telenovelas (Gabriela e Casar?o) . Estas s?o as bandeiras que eu nunca escondi.
Mas tenho ao meu encargo alguns blogs, qual deles o pior, que me proporcionam aquilo que mais me agrada: descontrair, apurar a minha fraca mobilidade intelectual, pesquisar ( s? tenho um ano de computador), muita aprendizagem e, acima de tudo, ler.
Ler os outros. Falar com eles. Ouvi-los.
Isso ninguém me pode tirar!
Da?, agradecer a gentileza de ser visitado ( nos que têm contador) pelos amigos desconhecidos que disponibilizam o seu tempo, talvez a tentar entender o que faço aqui. Como é a prova disso nas in?meras espiadelas destes mangan?es.
A Internet é t?o livre de si pr?pria que nem a pr?pria vontade pode alterar (isto deve soar a Kropoptkine) para que c? venha parar gente que pesquisa no Google, no Sapo ou no Yahoo!. ( Ao menos que aproveitem o som da m?sica...)
N?o sou, nem nunca fui, de desistências f?ceis. Continuarei a ler A Bola e as est?rias de. Dickens e Camillo. Sempre que poss?vel continuaremos na “voltinha” (eu e o meu c?o) por plan?cies desertas, por montanhas altas a ler cr?nicas em 35mm. Pararemos em locais à esquerda e à direita. Visitaremos este pa?s como jaquinzinhos ao vento. Nem que seja à marretada, porque contra isso n?o existem argumentos. Nem t?o pouco, cr?ticas obsessivas. Nada. Eles nem sabem que existo, quanto mais ser do Benfica.
No entanto, uma palavra de maior carinho pelas matinais sensaç?es com que acordo
no encanto de poder fumar um cigarro descansado enquanto recordo o amor de Evelyn.
Estes s?o os meus três trunfos. ?s, Manilha e Rei. Jogas mais?
*uma palavrinha de apreço ao Pedro F e ao bloco-notas pelo trabalh?o que esta brincadeira lhes d?. Mas é costume ouvir aos menos jovens que, “quem corre por gosto n?o cansa.” Assim continuem que de outros irei falar l? mais para o ver?o.
23.6.03
Hoje,
, uma data duplamente especial.
Estou feliz pela pessoa que amo , porque hoje é “pequenina”.
Estou grato pelo casamento que mantemos, que festejamos a 23 de todos os meses, essa felicidade e esse amor, com uma grande dose de compreensão que nos ajuda a ultrapassar as contingências desta vida salpicada de sonhos e contrariedades.
Hoje é dia 23. Dia de Amar quem com Amor nos paga. E para quem o gosta de fazer, todos os dias são vinte e três.
Para ti, Amor:
um dia hei-de escrever
o que te faça mais feliz.
um dia hei-de dizer
o teu espelho e magia.
um dia hei-de plantar
o teu amor e fantasia.
um dia,
a vinte e três,
que de tanto latejar
faz morrer o coração,
hei-de fazê-lo um dia.
22.6.03
Nao estou a vontade. Nao sei quem e PRD. Nao tenho acentos. Ai, ai... estou tao mal disposto. Ai que nao posso. Nao tenho palavras. Nao tenho vinho. Ai que nao posso...
Contento-me com uma singela homenagem a um debate que esta para vir.
E o ciume chegou como lume
Queimou, o seu peito a sangrar
Foi como vento que veio
Labareda atear, a fogueira aumentar
Foi a visão infernal
A imagem do mal que no bairro surgiu
Foi o amor que jurou
Que jurou e mentiu
Correm vertigens num grito
Direito ou maldito que há-de perder
Puxa a navalha, canalha
Não há quem te valha
Tu tens de morrer
Há alarido na viela
Que mulher aquela
Que paixão a sua
E cai um corpo sangrando
Nas pedras da rua
Contento-me com uma singela homenagem a um debate que esta para vir.
E o ciume chegou como lume
Queimou, o seu peito a sangrar
Foi como vento que veio
Labareda atear, a fogueira aumentar
Foi a visão infernal
A imagem do mal que no bairro surgiu
Foi o amor que jurou
Que jurou e mentiu
Correm vertigens num grito
Direito ou maldito que há-de perder
Puxa a navalha, canalha
Não há quem te valha
Tu tens de morrer
Há alarido na viela
Que mulher aquela
Que paixão a sua
E cai um corpo sangrando
Nas pedras da rua
21.6.03
Obrigadinho ó malta minha.
Viemos agora da piscina (o meu cão não foi) e tenho um relatório a apresentar só a vocês.
No meio da petiscada, há um gajo no sítio da paparoca (não posso fazer publicidade ao Malecas) que pede assim:
"- Ó psst, faz favor, não tenho garfo..."
Eu levantei-me da minha mesa e levei-lhe o meu. Acho que fiz bem, porque o rapaz parecia estar com pressa.
Na volta lembrei-me duma ideia maluca, e fiz quase idêntica solicitação.
"-Ó faz favor, alguém tem um blog que me empreste...?"
Ficou tudo a olhar para mim como se tivesse fugido do Júlio de Mattos.
Afinal, os blogs ainda não chegaram à restauração. Pelo menos nesta zona.
Viemos agora da piscina (o meu cão não foi) e tenho um relatório a apresentar só a vocês.
No meio da petiscada, há um gajo no sítio da paparoca (não posso fazer publicidade ao Malecas) que pede assim:
"- Ó psst, faz favor, não tenho garfo..."
Eu levantei-me da minha mesa e levei-lhe o meu. Acho que fiz bem, porque o rapaz parecia estar com pressa.
Na volta lembrei-me duma ideia maluca, e fiz quase idêntica solicitação.
"-Ó faz favor, alguém tem um blog que me empreste...?"
Ficou tudo a olhar para mim como se tivesse fugido do Júlio de Mattos.
Afinal, os blogs ainda não chegaram à restauração. Pelo menos nesta zona.
Mas a "coisa" não fica por aqui. As boas-vindas ao João que tem lá uma coisa de que eu gosto imenso: intertextualidades.
Então com este calor...
Então com este calor...
E por falar em dois, eis a volta completas dos Pedros.
Um já cá estava, o Pedro. O outro Pedro já cá está. Fiquem bem.
Um já cá estava, o Pedro. O outro Pedro já cá está. Fiquem bem.
20.6.03
Um gajo não pode sair daqui um bocadinho que...é o que se vê.
“Mortos” que ressuscitam, um blog que se estreia, e mais outro, e outro ainda. Não se pode sair de casa. Ah!... e ainda a surpresa de estar (novamente) em DESTAQUE no relatório do apontador de serviço. Ó rapaziada, não se dêem ao trabalho por minha causa. Até está lá escrito que os actos humanos é só para os compreender. Fazem-me sentir uma bola de ping-pong, a latejar em duas dimensões:o forte e o fraco. Mas adiante. Adiante não, porque já lá não estou outra vez. F... como faz o meu gato.
Isto vinha propósito de quê?... Já sei!... (é o calor)
Nas nossas deambulações blogosféricas (a minha e a do meu cão) verificamos algumas alterações das forças em presença, acima descritas. O que me faz lembrar uma história não muito antiga.
Vaidade
O ser humano enche-se de vaidade com muita facilidade.
Acha-se o bom!
Melhora um pouquinho em inteligência, beleza, riqueza ou qualquer outra coisa e já se sente o máximo!
Assim somos nós : ávidos por destaque, reconhecimento e privilégios...
Começamos a ter problemas quando passamos do ponto... quando nos achamos diferentes!
Sentimos TUDO, como Deuses!
Soberanos. Grandes . Diferenciados!
... e caímos do cavalo.
O triste é que ao invés de aprendermos sobre a humildade , nos sentimos humilhados.
No lugar de entendermos a lição, tentamos decolar de novo!
Não percebemos que o nosso destino não é a glória , mas a libertação de nossas misérias, a morte de nossas ilusões e apegos.
Não se chega à felicidade pela riqueza mas pela serenidade na adversidade.
Não é rico aquele que possui, mas o que está pleno sem condicionantes.
Pela vaidade o homem inflama-se, corneia-se, trai e mente, mas nunca conseguirá voar.
As nossas vaidades e necessidades criam apegos, que aprisionam...
Achamos que tudo podemos, pois somos o máximo!... e nem percebemos o ridículo da situação.
De senhores, passamos a escravos de quem não nos passa a mínima. Cheios de boas intenções, mas simplesmente escravos.
Há muito o que desvendarmos,
Entendermos,
Cairmos em nós.
Que possamos um dia ter olhos para ver e ouvidos para ouvir o que já está claro,
mas ainda tão obscuro para nós!
Esta abordagem pode ser considerada o que cada um entender que seja, mas não me venham com merdas sobre o “ser o e estar” nos cabrões dos blogs. Um anarca que se preze não se deixa casapiar.
Tenho dito.
Quer a uns quer a dois.
17.6.03
A morte de um blog
Recebemos (eu mais o meu cão) a triste notícia de que mais um Blog se finou: A Paragem de Autocarro.
Claro que ainda não vi o "corpo", mas a casa estava vã, oca, vazia. Sem número na porta e com janelas atravancadas.
Quase pela mesma altura escreveu-me um amigo sobre um motivo inédito sobre o mesmo tema mas com contornos diferentes.
Depois recuperamos (eu mais o meu cão) vigílias passadas:
Terça-feira, Junho 10, 2003
A Coluna Infame termina aqui a sua jornada.
“...e rebelaram, e decidiram assassinar o blog. Assim como se pode matar o tempo, decidiu-se racionalmente pelo fim do blog, não um fim melancólico, porém, mas sim um final violento e feliz. O projeto havia acabado, e tinha chegado sua hora de morrer.
Matou-se então o blog.”
in o frenético
Por um lado, é bom se escrever apenas quando se tem algo a dizer, mas a falta de posts acaba fazendo com que o leitor abandone o hábito da leitura, o que pode significar a morte de um blog.
in Grandes Ilusões
A morte leva e, cruelmente, fica.(O blog)
in SoFreak
O dispendioso é o tempo necessário para fazer o projecto acontecer e manter o padrão. Uma coisa é ter um blog online, outra é conseguir visitante. E se ninguém entra, desanima-se. (E morre mais um)
No dia que inventarem uma ferramenta, que separe as páginas que recebem manutenção regular, daquelas que estão paradas, ou mudam muito poucos ao longo dos anos, veremos que a Web dinâmica é muito menor do que se imagina.
in D. Quixote criou um blog
E o tema da mensagem era: E se fosse o autor de um blog a ter a morte como visita?
Fiquei pensativo...
14.6.03
Hoje não me apetece escrever sobre blogs. Por outro lado, propus-me identificá-los de outra forma e assim, em laia de homenagem, agradecer-lhes os momentos que me têm proporcionado. São Momentos de tudo e de Todos. Momentos adquiridos em prosa ou em verso. Em video ou em som.. Momentos in alegro e traviatta, misturados com devaneios de gente simples ou nem tanto. Mas são os Momentos dos blogs em Português d’esta praça que se faz todos os dias para quem os quiser ouvir e ler. Vazios de Estado e Religião. Sem Rei nem Roque como eu gosto. Anarquicamente falando, claro.
O meu Obrigado.
- À minha Nela Cintra com Amor.
- Aos “Meus” pela paciência que tenho em fazer os blogs deles.
- À Aninhas pelo seu gosto e coerência desde que a sei existir.
- Ao Eu Sou pelas oportunidades de descobrir mais coisas.
- Pelo Pastilhas, contra o Pastilhas, Pastilhas sempre.
- Aos Putos que, como mosqueteiros, não são três mas quatro.
- À Papoila. Que sem a conhecer conheço-a conhecendo-a.
- Tudo para Gatos e mais quem goste de animais.
- À Esquerda e à Direita sem apocalipses.
- Ao Periférica. Outro lado de ver mais coisas.
- À Civana que tem ajudado muita gente e mais alguma.
- À Coluna que escorrega mas não cai.
- Aos Marretas que se aguentam.
- Ao Kleist sempre actual.
- Ao Complot, Valete de Fratres e a Puta da Subjectividade desta vida que não nos larga.
- Ao Abrupto pela sua disponibilidade de se juntar à gente.
- À Bomba Inteligente, ao País Relativo e ao Quinto dos Impérios pela forma de estar por aqui.
- À Zazie . Uma amiga que não me importo de defender e criticar.
- Ao Maradona, ao Filme de Porrada e ao Fumaças. Gente com que não me importava de ir comer caracóis.
- Ao Meu Pipi pela forma de dizer caralhadas sem ofender ninguém.
- A todos os restantes que visito, e são muitos, mas que me ficam na memória e que se tornava enfastiante enumerá-los. Fica a promessa que vos visito.
O meu Obrigado.
- À minha Nela Cintra com Amor.
- Aos “Meus” pela paciência que tenho em fazer os blogs deles.
- À Aninhas pelo seu gosto e coerência desde que a sei existir.
- Ao Eu Sou pelas oportunidades de descobrir mais coisas.
- Pelo Pastilhas, contra o Pastilhas, Pastilhas sempre.
- Aos Putos que, como mosqueteiros, não são três mas quatro.
- À Papoila. Que sem a conhecer conheço-a conhecendo-a.
- Tudo para Gatos e mais quem goste de animais.
- À Esquerda e à Direita sem apocalipses.
- Ao Periférica. Outro lado de ver mais coisas.
- À Civana que tem ajudado muita gente e mais alguma.
- À Coluna que escorrega mas não cai.
- Aos Marretas que se aguentam.
- Ao Kleist sempre actual.
- Ao Complot, Valete de Fratres e a Puta da Subjectividade desta vida que não nos larga.
- Ao Abrupto pela sua disponibilidade de se juntar à gente.
- À Bomba Inteligente, ao País Relativo e ao Quinto dos Impérios pela forma de estar por aqui.
- À Zazie . Uma amiga que não me importo de defender e criticar.
- Ao Maradona, ao Filme de Porrada e ao Fumaças. Gente com que não me importava de ir comer caracóis.
- Ao Meu Pipi pela forma de dizer caralhadas sem ofender ninguém.
- A todos os restantes que visito, e são muitos, mas que me ficam na memória e que se tornava enfastiante enumerá-los. Fica a promessa que vos visito.
13.6.03
Ao ler o Público e encontrar, por acaso, o editorial de José M F só me veio à cabeça "isto".
Depois das sardinhas assadas de ontem não me ando a sentir cá muito bem.
Depois das sardinhas assadas de ontem não me ando a sentir cá muito bem.
11.6.03
Bloguices nas palavras dos outros.
"O problema é a falta de humor de algumas pessoas que, às vezes, levam muito a sério ou se ofendem por alguma coisa que eu disse, e vêm com três pedras na mão pra cima de mim".
in Ubbi
Um passeio pelo ‘jardim secreto’ dos blogs.
In O Globo
Repórteres descobrem nos blogs uma forma de escrever com liberdade.
In último segundo
As pessoas escrevem por motivos diferentes. Eu acredito, e essa é a minha opinião, então fodam-se todos, é que há muito lixo nos blogs em geral e isso faz muito mal ao conceito. Mas eu leio o que eu quiser! Se eu não gostar do que um analfabeto escrever eu não leio mais. E só vejo os blogs de meia pataca quando me pedem para escrachar ou para dividir a dor de uma diarréia mental provocada por imbecis com acesso à internet!
In Vanitas
Tás comámim!
"O problema é a falta de humor de algumas pessoas que, às vezes, levam muito a sério ou se ofendem por alguma coisa que eu disse, e vêm com três pedras na mão pra cima de mim".
in Ubbi
Um passeio pelo ‘jardim secreto’ dos blogs.
In O Globo
Repórteres descobrem nos blogs uma forma de escrever com liberdade.
In último segundo
As pessoas escrevem por motivos diferentes. Eu acredito, e essa é a minha opinião, então fodam-se todos, é que há muito lixo nos blogs em geral e isso faz muito mal ao conceito. Mas eu leio o que eu quiser! Se eu não gostar do que um analfabeto escrever eu não leio mais. E só vejo os blogs de meia pataca quando me pedem para escrachar ou para dividir a dor de uma diarréia mental provocada por imbecis com acesso à internet!
In Vanitas
Tás comámim!
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