14.7.03


Hoje, segunda-feira, é o meu primeiro dia de férias imerecidas. É que ainda há tanta coisa para fazer que talvez fosse melhor lá mais para a tardinha.

"Atendo o telefone e tento escutar, por detrás de um ressoar de vozes, gargalhadas e tinir de copos e daquela zoeira que costumam ter os bares em horas animadas, a seguinte pergunta:

- Como era o nome do toureiro que “comia” o Hemingway?

Pasmei. O Ernest, o maior espada, virar "Hemin gay", agora? Isto jogava no chão um dos maiores ídolos da minha infância e vida. "Por Quem os Sinos Dobram", "O velho e o Mar", "Neves de Klimanjaro", "Adeus às Armas", tudo reduzido a lantejoulas e plumas? Essa não!

Vi logo a confusão e tentei explicar por cima do barulho e risadas: Quem comia - ou ao contrário - um toureiro era Garcia Lorca, o poeta fuzilado por Franco, e o toureiro chamava-se Ignácio, El Gitano (O cigano). Para ele, Lorca fez aquela linda poesia "A las Cinco de la Tarde".

Do outro lado:

- Então foi o Picasso?

Enquanto tentava entender o que Picasso fazia nesta tourada, ouvi uma voz esganiçada ao fundo dizendo:

- Prefiro Van Gogh.

Então primeiro perdi-me, mas depois vi a conexão: o pintor que teve um caso com Lorca foi Salvador Dali, de quem dizem que continuou apaixonado pelo poeta, apesar de ter sido casado por toda a vida com Gala, a quem nunca traiu. Ela sim, com todos os amigos, antes e depois do casamento. Coisa que não importava ao pintor, porque era vidrado em ouro, ou dólares, tanto que certa vez um crítico fez um acróstico do seu nome e conseguiu "Salvador Dali = Ávida Dollares". Podem conferir, dá certinho! O pintor, que todos julgavam que ia se ofender agradeceu e disse que era isto mesmo.

Voltemos ao bar. Respondi que tinha sido Dali, o Surrealista.
Mais vozes não entendidas, então outra pergunta:

- O Hemingway então era amante do Scott Fitzgerald?

Mais esta agora. Estão pensando que sou Enciclopédia de quem comeu quem, na época que "Paris era uma festa"?

- Não! Respondi, e expliquei: - Detestavam-se. Scott morava com Zelda (a doida), sua mulher, no George V, ou no Ritz, era rico e snob, enquanto o Hemingway, de calcinha de veludo surrada, se escondia numa água furtada em Saint Germain, e pelos pobres bistrots (barzinhos) bebia e comia, sempre batendo furiosamente na sua máquina de escrever portátil, (era jornalista correspondente) nem tanto assim na época. Um escrevia sobre a high society, o outro sobre gente mesmo. E os dois eram muito bons.

Dizem que Ernest teve um caso com Zelda, aprovado pelo marido, mas isto é outra estória, e não comprovada. Más-línguas parisienses da época.

Mais um pouco de barulho, chiados, celulares e a última pergunta:

- E o Inácio, o Gitano era bonito?

E eu sei? Sei que era cigano e devia ter um charme violento, e além disto, toureiro. Devia ser um Zulu da época, todo sarado, e com toda a mídia em cima .

- Uma graça! Respondi, só para chatear.

Caiu a linha, ainda bem, pois já estava com receio das próximas perguntas. Até quando iria saber ou inventar mais explicações e estórias?"

Estes amigos que tenho ...

13.7.03


Abriu uma Casa de Fados não sei aonde mas parece que pertence a estes novos despurados blogs que acontecem.
Desta vez fui o primeiro a descobri-lo, mas não lhe vou dar muita importância porque o tipo tem a mania que é fadista.
Como outros animadores que blogueiam a cantar. Não talvez o Fado mas outras cantarolices que também se podem ouvir.
Digo eu, não sei...

E para espantar espíritos e outras sortes malfadadas nada melhor que estes poetas andaluces doutras terras.

Sabendo que há gente nova nestas andanças congratulo-me com o facto.
Pena tenho daqueles que deixaram de o fazer. Talvez a saturação de dias usados e cansativos. Penas secas de poetas que mudaram de espaços. De blogs ou de cenários mais chamativos. Pelo tempo que me fizeram companhia, pergunto com a recuperação de tempos idos:
Qué cantan los poetas andaluces de ahora?
Qué miran los poetas andaluces de ahora?
Qué sienten los poetas andaluces de ahora?
Cantan con voz de hombre, ¿pero donde están los hombres?
con ojos de hombre miran, ¿pero donde los hombres?
con pecho de hombre sienten, ¿pero donde los hombres?
Cantan, y cuando cantan parece que están solos.
Miran, y cuando miran parece que están solos.
Sienten, y cuando sienten parecen que están solos.
Es que ya Andalucia se ha quedado sin nadie?
Es que acaso en los montes andaluces no hay nadie?
Qué en los mares y campos andaluces no hay nadie?
No habrá ya quien responda a la voz del poeta?
Quién mire al corazón sin muros del poeta?
Tantas cosas han muerto que no hay más que el poeta?
Cantad alto. Oireis que oyen otros oidos.
Mirad alto. Veréis que miran otros ojos.
Latid alto. Sabreis que palpita otra sangre.
No es más hondo el poeta en su oscuro subsuelo.
encerrado. su canto asciende a más profundo
cuando, abierto en el aire, ya es de todos los hombres.

Rafael Alberti
in Memorian

11.7.03


...a morte morreu e quem a matou foi a lucidez.
Porque no tempo e no espaço, a dor do adeus subiu e desceu na escala das aflições humanas. E saber disso é bom. Só é pena estar preocupado em viver muito e não em viver bem.
Voltemos então à angústia dos dias cansados, das pequenas coisas que nos são fáceis e que nos fazem acontecer e amar.
Pela Vida, continuemos então.


7.7.03


Temporáriamente suspensos os blogs da Família.

Por morte alheia aos que vierem aqui, mas especialmente a quem amo e apoio.
A Vida continuará...

6.7.03

Ao ataque!
Hoje é o domingo que se presta para um ataque de Hackers qualificados.
Pode acontecer que não aconteça. E se acontecer, paciência. Aconteceu.

Parabéns
Ao Carlos Franquinho pelo magnífico trabalho que tem aqui.
Desejo-te o melhor sucesso.
Que não se diga que me esqueci destes velhos companheiros. Companhia serena da minha juventude.
Não vos digo obrigado porque sempre vos agradeci.

Augusto Abelaira: "Se ficar vivo por mais tempo, continuarei. É complexo, o indivíduo nunca diz o que quis dizer"

Barry White, conhecido pela sua voz grave e canções românticas, proporcionou "a lua" para inúmeros jantares à luz de velas, com baladas como Can't Get Enough of Your Love Babe e You're the First, The Last, My Everything.

4.7.03



“Após lutar no Vietname, um soldado americano é ferido em combate e fica paraplégico. Já no hospital, ele passa a questionar a posição americana na guerra e torna-se um activista político” podia ser o título deste post.
Não é o caso e nada disto é uma guerra.
Mas vou postar (não gosto nada do termo, parece que estamos a dizer “vou à casa de banho que estou à rasca”) um pouco de marketing familiar.
Isto dos blogs deu-me o crédito necessário para gravar (julgo que seja para isso que se presta o meu blog) muitas “cobóiadas”, muitas noites mal dormidas, namoradas e muitos disparates. Recordou-se-me agora mesmo esses tempos com o meu amigo “Saddam”. O que eram aqueles tempos... onde não existiam os ditos, e muito menos se falava em Internet. Onde andávamos na moda com cabelo comprido, calças vestidas pela Porfirius e camisas do Conde Barão.
Quantas noites, vindos dos ensaios de mais um dos Teatros Populares daquela altura, íamos beber um copo à Riba D’ouro (mais o John, o e as “chavalas” nossas amigas) até o sr. Jaime dizer: “Ó rapaziada, vamos fechar.” A malta ia para os “fundos ”beber “girafas” e comer “pregos”, mas quando saíamos encontrávamos à porta um senhor de laço (B-B) em roda de amigos vários que por ali ficavam ainda em amena cavaqueira. Eram a tertúlia da minha zona. Victor Mendes, o Zé Viana e a miúda Io eram os quadros respectivos do Parque Mayer. Outros não conhecia na altura. Era a diferença de idades e de estatutos. Como hoje ainda se faz nos blogs.
Depois veio a tropa, o 25 de Abril, a Mulher e a responsabilidade da família.
Nasceram os filhos, descobri dificuldades e organizei-me como nos meus tempos do Liceu Camões. À vontade e "à Benfica". Parecendo velho, sou um puto novo já com netos. Mas estou para as curvas e sinto-me com gosto de ler toda a malta que escreve bem e que fala ainda melhor. Sem vaidades.

Pronto, já desabafei e linkei os meus Amigos.
Qualquer coisa... estou por aqui.
Hoje tenho andado ocupado a arrumar a minha cinematecazinha do tipo o que é que alguém tem a ver com isso.
Entre dois cafés e trinta e tal cigarros detectei que o PS vem aí. Em peso decimal.
Que o Armando Rafael está a comentar a blogosfera tardiamente.
E que existe muita boa gente que ainda não linka correctamente o Mar Salgado.
Foi para o que deu. Agora vamos almoçar. Eu e o meu cão.

3.7.03

No seguimento da conversa, optei por realizar uma sondagem interna com dez análises de audiência.
Resultados:

40% diz que: "Não chegamos aos calcanhares dos brasileiros"
30% diz que: "Gostavamos mais quando eramos menos"
20% diz que: "Desculpe, agora não. Estou a ler o pipi"
10% diz que: "Falta-me pormenores. Não sei e nem respondo"

Foi a sondagem possível.

Somos portugueses, até nos blogs.
É uma afirmação pura depois de ter andado toda a manhã por “terras estrangeiras”. Não li ninguém como nós.
Os blogueiros do outro lado do mar é gente galhofeira, bem disponibilizada em tempo e inovações. Poucos são aqueles que se preocupam com o “estado da nação”. Para eles, ter um blog já é motivo de sobra para não haver chatices. Levam quase tudo “numa boa” e divertem-se entre uns e outros. “Chatam”, fantasiam, contam histórias e sonhos.
Até organizam encontros para verem cinema juntos e promovem petiscadas e outras aglomerações de gentes verde-e-amarela. É a ideia que têm dos blogs. Dá um jeitão.
Os ingleses já não são assim. Prestam-se a assuntos mais sérios e tecnológicamente mais apurados. Mas nunca a roçar o umbuiguismo dalguns palermas como eu que espera que alguém lhe passe o mínimo cartão.
Dos senhores do sol nascente nada a apontar. Estão a começar agora. E por motivos óbvios de linguagem nem própriamente considero sobre o que estavam a escrever.
De argentinos e espanhóis não se esperava outra coisa do que não ser a relevância da sua auto-estima ou o raio que os parta. Mesmo assim, estão uns pontinhos à frente desta malta que começou agora.
Numa rápida análise à panorâmica nacional, isto está ruim.
Fora meia-dúzia de gajos simpáticos, não se pode dizer que estejamos a evoluir no sentido lato a que se propõem (ou deviam propor) os blogs.
Está tudo muito “politizado” e soberanamente “organizado” em grupinhos de encostos, de lambidelas e de hierarquias dominadoras. São as tentativas dos “fazedores de opinião” a fazerem crer quem em terra de cegos quem tem um olho é rei (risos cá em casa).
Talvez com o andar da carruagem se componha e, como sempre, após trinta ou quarenta anos depois se chegue à conclusão de que se podia ter feito melhor. Se ainda existirem blogs... claro.
Eu, pela parte que me toca, cá vou ficando pelo meu cantinho mais os meus amigos e familiares a desfrutar do que houver de melhor. Porque na Net pode-se escolher. É uma questão de saber procurar.
Grato pela visita.


2.7.03



...tanto mais que estou sériamente a pensar em fazer mais um blog.
Desta vez o título escolhido seria
BLOGUES na RIBALTA com o sub-título Uma casa de putas mais o Fado.
Com iscas e tudo.


Não há nada melhor que estar ausente do presente.
No retorno, a alegria ou a tristeza redobram pela forma como encontramos o que deixámos. Sobrepõem-se à vontade individual.
Daí, o facto de não me congratular com a desistência do Pedro F, mas compreendo-o. Era a minha "coluna infame" das referências e procuras.
Quanto ao resto, porque de resto se trata, advêm outras "infâmias". Não são bloguices, traquinices ou brejeirices. São os respectivos camionistas numa manifestação expressa no seu melhor fulgor.

e por gastar muita tinta,
não se espere que consinta
na falsidade que li
e me ofende o pedigree:
garanto que não fui eu
o brejeiro que meteu
já num blogue o meu pipi.

VGM in JPP

com resposta a tempo

Graça Moura desdenhou
D’ O Meu Pipi com vil sanha.
Mas quer comprar quem desdenha,
Disse o povo e acertou.

in Bosade (mistura de Sade com Bocage)

...e a finalizar com ponta aguda

...o Pacheco e o Vasco também coçam os tomates? Isso de ser intelectual tem muito que se diga, não é? O pipi deve precisar de muita atenção, menos da de dois tipos que passam a vida em mútuas lambidelas intelectuais.
in oAlmirante

Estou a gostar.
Tanto, tanto, tanto, que até os vou colocar nos links de Poesia. Não estou a brincar.

30.6.03

Mas o mais importante é recordar um pouco a homenagem a Lion Marc-Vivien Foé.
Quem "andou" a jogar à bola, sabe disso. Mesmo aqui.
O mesmo se aplica às metamorfoses generalistas efectuadas pelos controladores oficiais do Sapo.
Primeiro o Pastilhas não é um blog. E se fosse, não era um blog qualquer.
Segundo (e em relação à coincidência) o Miguel já não é "serviço público".
Como diria o Pipi: foda-se, caralho!
Como é possível?
Isto é o fim do Mundo!!!
Não sei como é possível, mas o Ministério da Educação permite que qualquer pessoa verifique, on line, o nosso curriculum escolar mesmo que já tenhamos terminado de estudar há 50 anos. Se quiserem experimentar e ver se está correcto, o endereço é este.

29.6.03



Bom dia, boa tarde ou boa noite, conforme a hora em estiveres a ler este post.
Isto prova que um blog é tudo menos um diário. Estamos a fazer de conta que somos os mensageiros das novas que nos vai na alma e escrevemos para os outros. Muitas das vezes só me falta dizer: “Olá, eu sou o Eduardo e este é o meu blog nacional.”
Tem as suas vantagens que passo a explicar: na minha caixa de correio electrónico recebo as primeiras notícias (newsletters) do Washington Post, do Correio da Manhã, do Record e do Portal da Bolsa. Depois vem aqueles senhores do iBest, do Baixaki e do Zdnet a esclarecerem-me como posso ter o último grito tecnológico para o meu PC. Além, claro,da Fátima a transmitir-me as actualizações do Tudo para Blogs ponto com. Não é fácil dar seguimento a isto tudo ao mesmo tempo. Daí que já tenha detectado que estou a ficar dependente dos blogs. Logo que ligo a máquina, a primeira coisa que faço é ir aqui. Depois leio, por ordem aleatória, as novidades políticas à Esquerda e à Direita.
Notícias sobre livros, exposições ou filmes. Discos, Revistas, discursos ou entrevistas.
É só escolher e ter a sorte de apanhar os posts mais fresquinhos de quem está até às cinco da matina de volta do teclado. Só vou à rua para beber café e comprar cigarros.
Tenho cá tudo em casa, o que vou eu fazer p’ró quiosque?
É por estas e por outras que não me canso de lhes agradecer. Pode até ser por vaidade que muitos dos bloguistas blogueiam, mas não deixa de ser verdade que as coisas estão lá escarrapachadas para nosso uso pessoal. Como dizia o outro, é a Cultura, estúpido!

28.6.03



Não sei onde li isto, mas o certo é que não damos a atenção devida às pessoas. Das duas uma, ou andamos atarefados com a nossa própria imagem selectiva, ou somos, (eu e mais o cão) completamente despassarados e passamos ao lado da velocidade com que correm as coisas.
Isto vem a propósito de quê?...
Olha,... não sei!
Só sei que alguém já frisou ( e se não frisou devia ter frisado) a repetição exaustiva do tema BLOGUES,( termo que os mais ilustres aplicam em bom português e que eu não gosto. Para mim é BLOG e acabou-se. Ditador que se preze, funciona desta maneira.) na actualidade social contemporânea. Mas antes isso do que o “choradinho” dos Telejornais, as “pieguices” côr-de-rosa das Revistas sociais e os “atamancados" programas governamentais da “Cultura”.
Como tenho permanentemente de actualizar o meu (ainda não sei porquê, mas tá bem)
vai-se escrevinhando umas tretas da treta vezeira. Uns com mais sucesso, outros assim nem tanto. Hoje então, nem St.º António me salva, quanto mais todos os pedros da blogosfera. (porque não blogosterra?)
Mas no meu ver, “isto” é mesmo assim. Enquanto o sistema funcionar, gostamos de nos “ver”, “ouvir” e “falar” como uma coisa que é nova, diferente e apetecível, no termo mais generoso do verbo. No entanto, “não há mal que sempre dure nem bem que se não acabe”, lá diz a sapiência dum povo que, por acaso, somos nós Portugueses), de um momento para o outro” isto” pode acabar.
Para mim, a razão de ser das coisas tem que ter um significado, um objectivo. Sem que tenha de o ser no sentido objectivado da questão. (não bebes mais nada hoje)
Isto vem a propósito de quê? Olha... também não sei.
O que sei é que não nos devemos (eu e o cão) apegar muito a uma “coisa” que sabemos ser efémera.
A separação depois fica mais difícil e, cruelmente gravada, ficará na história das nossas passagens pelos blogs o que se escreveu, o que se viu e relatou, o que de bom e de “mau” a se assistiu.
Um blog é um blog, e a vida lá fora é tão pequenina que nem sequer vou perder mais tempo para refilar com a orientação que muita gentinha quer dar a uma coisa que nos sai quase de borla: que é ter um espaço onde se pode dizer todos os disparates, fazer de tudo uma brincadeira e, duma maneira geral na reflexão do que cada um é na realidade, podendo aprender e conhecer com tudo e com todos.
Os blogs, NÃO são uma forma de vida.
São apenas mais uma forma de passar por ela. Digo eu, não sei.
Parece que resolvi o problema dos acentos.
Já aparece o til no não ou não?
E no verão? Talvez não.
Não há bela sem senão, não? Uff... já não era sem tempo.
É assim:
Settings
Formating
Language - mudar para Português (Brasil)
Encoding - Verificar se está com Western-Windows 1252
... e pronto! Salva-se as mudanças e cá vão eles todos catitas a dizer "não, não e não" como na canção da Resende.