20.12.03



Um dos meus filhos fez hoje anos

Por isso, decidi que amanhã é Dia da Mãe neste blog.
E um Dia da Mãe acontece num calendário qualquer. Em qualquer dia da semana e numa qualquer família que tenha Mãe.
Para tentar ser mais exacto, um Dia da Mãe pode fazer-se num dia qualquer em que nos lembremos dela. Inventa-se uma qualquer hora que se queira e, por forças circunstanciais, podemos torná-la especial, particular ou pública. Por vezes, pode só depender do filho/a. Da Mãe. Ou da Mãe que cada um de nós possa ter.
Para além de se poder, ou não, gostar de qualquer pessoa, gosta-se sobretudo da Mãe.
Seja ela boa ou má (no pressuposto de que as há), bonita ou feia, humilde ou depravada, sensível ou desligada. Pobre ou rica, velha ou nova, gorda ou magra.
É a Mãe!
A Mãe foi uma pessoa que fez força para que se pudesse nascer de cabeça. Mãe é a pessoa que primeiro nos acorda, nos dá o pão e sabe o que é melhor p’ra nós. A Mãe é uma criatura a quem se fica ligado/a pelos sons, pelo cheiro, pelo calor irmanado dum corpo igual à nossa espécie. Sem pedir nada em troca e ficar feliz por existirmos, a Mãe é um exemplo que se copia durante um tempo.
Daí que, o Dia da Mãe, seja quando eu quiser.
E pode até não ser por mero acaso, mas eu quero que seja nos dias em que pensar nela.
Seja ela a minha, a sua ou a dos meus filhos.

17.12.03



Com esta coisa do Natal andei na Net à procura duma lembrança para dar a um amigo meu que é psicólogo mas que para o caso não interessa nada. Logo na primeira:


ANÚNCIOS CLASSIFICADOS:


Procuropessoaltécnicopararepararbarradeespacos.

Se a sua sogra é uma jóia...Temos o melhor estojo...
Funerária Sousa


Vendo automóvel de 4 portas com excelente vista para a rua.

Psicopata assassino procura rapariga para relação curta.

Troco caixa de brinquedos por revistas pornográficas.

Vndo máquina d scrvr com falta d uma tcla.

Troco preservativo roto por roupa de bebé.

Empresário com dois pénis procura secretária bilingue.

Precisa-se namorada com automóvel.
As interessadas devem mandar fotografia da viatura.


Procuro cão e sogra perdidos. Recompensa pelo cão...

Troco sogra por víbora. Pago a diferença.

Troco pastor alemão por um que fale português.

Daoce aulas de hortografya

Troco lindo cão Doberman por mão ortopédica.

Homem de bons costumes procura alguém que lhos tire.

Jovem solteiro e sem compromisso arrenda meia cama.


Alguém acredita que já não me lembro do que andava à procura?


15.12.03



feliz natal, menino deus.

Leio o teu nome
Na página da noite:
Menino Deus ...
E fico a meditar
No milagre dobrado
De ser Deus e menino.
Em Deus não acredito.
Mas de ti como posso duvidar?
Todos os dias nascem
Meninos pobres em currais de gado.
Crianças que são ânsias alargadas
De horizontes pequenos,
Humanas alvoradas ...
A divindade é o menos.

(Miguel Torga)




Abra! É a minha prenda do Natal deste ano para si.


14.12.03


(Becky Cristina no centro alto )

Hoje faz anos o "meu" cão

Do teu latido saem sons que são palavras que entendo.
Dessas palavras que emanas existem sons que se transcrevem como frases.
E toda a gente diz que és um cão.
Engano!
Além da raça canina a que pertences, preenches melhor o humano sentimento do que muitos cães que se fazem passar por isso.
O meu ruuuuef agradecido pelos teus ãos mui carinhosos.


8.12.03

Veinte años...



"Quise hacerte una canción, para cantar despacito, como se duerme a los niños... y ya ves, sólo palabras sobre notas me han salido, que al igual que tú y que yo, ni se importan ni se estorban... se soportan amistosas, mas... mas no son... no son una canción".

5.12.03



pediram-me um poema...

mas os poemas não se fazem a pedido
são estados d’alma solitários
constrangidos
com cenas de amor que nunca faço
pediram-me um poema
de normas sociais que não cumpro
e nunca escuto
pediram-me um poema
valendo coisas na vida que nunca trago
e estrago
pediram-me um poema
no palco deste rol de modos vários
de tempo que tem vento
e lento
pediram-me um poema
nos palanques de luz reflectidas
onde se ditam sentenças e joga-se futuros
impuros
obscuros
por isso
hoje quero estar sozinho
longe
escondido
onde os poemas
não se fazem a pedido


2.12.03



Textos esquecidos de Natal (3)

A minha árvore de Natal este ano não tem cor!
Foi feita, apenas e só, para os meninos da rua que eu conheço. Colocada a um canto do meu mundo, não tem presentes e, no lugar das bolinhas de fantasia, são visíveis amargas recordações duma vida constantemente injustiçada. Fruto duma visão de dor e sofrimento, de abandono e de tristeza, que abrange todos aqueles que sofrem na pele o dia-a-dia que vivemos.
É Natal, dizem-me. Eu sei muito bem que é Natal! Aliás, todos nós sabemos. E para os meninos da rua que eu conheço, estão a comprová-lo as mil e uma mensagens dum amor e carinho hipócrita que ouvimos todos estes dias. Se não chegasse, bastaria olhar os milhões de calendários coloridos que aceleram os anos e reconhecer nos jardins deste país os presépios feitos de luzes que não brilham. Apenas estão por ali.
Mas para quem está habituado a sofrer os dias pardos da desventura e da desgraça, da fome e da solidão, do esquecimento a que são votados nas horas sempre iguais, é apenas mais um ciclo de vinte e quatro horas que custam a passar. É apenas o olhar para um amanhã sem soluções. São estas as realidades deste espelho retardado que se consegue vislumbrar em dor e sofrimento de quem nunca conseguiu alcançar o que deseja e a que tem direito. É neste meu mundo que vivem os meninos da rua que eu conheço.
Nestes meninos da rua que eu conheço, há em cada história pessoal uma tragédia que se esconde. Há em cada silêncio consentido, uma revolta amarga e negra que não se consegue perceber. Existe em cada rosto imberbe de criança, uma expressão azeda e ferida de ilusões e de tormentos. De sonhos perdidos e desfeitos. De rugas que escondem as horas, os dias, os anos, a que conseguem sobreviver.
São estes os meninos da rua que eu conheço, alguns já crescidos, que melhor entendem o destino ao qual estão vinculados e a que é impossível fugir. Por cada um dos seus olhares, vagos e perdidos, destes meninos da rua que eu conheço, perfila o lado triste de quem morre de frio a cada esquina. Cada um deles apenas a mostrar o futuro incerto que se conta e se transmite. Feito de nostalgia e fé. Por vezes, recheados de sonhos desfeitos para um dia que eles sabem não ter amanhã. Ténue e vazio como a própria quadra que festejamos.
Daí que, na minha árvore de Natal deste ano, apenas haja espaço para os que se encontram isolados e tristes. Para os que da fome e da escassez fazem a fartura de nada possuírem. Para aqueles a quem mais um pouco de carinho e de atenção bastaria para esquecer toda uma vida sem sentido.
Por isso, não façam do meu silêncio uma obrigação de cobardia. Por isso, não me obriguem a mudar a cor à minha árvore de Natal. E se por milagre ou ilusão, arte mágica ou fantasia, as cores se alterem ou apareçam, ao menos que seja para os meninos da rua que eu conheço.


30.11.03



Um dia de Domingo

O meu blog faz sete meses.
Foram meses de palavras, alguns actos e muitas dúvidas.
Foram sete meses muito bons, engraçados e bastante agradáveis. Sete meses quase todos a aprender.
Sei que não é uma vida. Sei que não é uma certeza. Mas pelo que foi, são sete meses que me tiraram um pouco da rotina diária, dos mecanismos automatizados e me facultou o regresso ao interesse de coisas outras.
Nestes sete meses nem tudo se pode ter vencido. Nem tudo se conseguiu ganhar. Apenas me ficou a certeza de que nada se perdeu.
Se “isto” ainda perdura aos meus ilustres visitantes o devo. Sem eles, era como se estivesse a falar sozinho, e era crível, e menos trabalhoso, escrever em folhas frias de papel e guardá-las numa qualquer gaveta do escritório.
A todos eles, o meu sincero Obrigado.

29.11.03



Dedicado a:

Fata Morgana – Pelo seu “Mês do Sagitário”. A experiência da sua própria maternidade em palavras. Mulher e Mãe de coragem.

Substrato – Pelas suas crónicas directas de Moçambique. Terra longe. E tão perto.

Os Miúdos – Ao Alexandre, à Inês, ao Mário Nuno e à Thita, pelo seu desempenho na blogosfera. Enraizados em influências várias, mantêm a saudável e irrequieta fantasia que ditam que não é por eles que a juventude desiste.


28.11.03



Tempo dos passos perdidos

Uma parte da vida é dedicada no sentido de situações meramente pessoais.
Por outro lado, mais do que dormir, um outro terço da dita afecta as pessoas com vulgaridades. O tempo de perder tempo e amigos.
Nesse auge decadente da maturidade, gritam sozinhas e não permitem que os julguem. Nem tão pouco que lhes lembrem que a verdadeira essência desta nossa arrastada passagem por aqui é a alma humana que faz desencadear a vida que cada um merece.
Quanto daria eu para saber se o outro terço que nos resta é vivido a olhar para dentro de nós próprios ou para os outros.





Também não se pode ter sempre azar, não é?

26.11.03



Palavras ditas

Hoje estou com calma no corpo mas completo de nódoas negras na alma. Sei que, por momentos, as palavras bem alinhadas soam bem bonitas. Belas e tranquilas. Às vezes, as letras bem encontradas, têm frases escolhidas. Meigas e belas.
Mesmo sem saber o que dizer, por vezes ou quase sempre, as tais frases e palavras encontradas escondem o sentido terno do querer, escondem o sentido útil de odiar e amar ao mesmo tempo, e o sentido único de escolher.
Se por muito de falar se encontra um eco, há palavras bonitas encontradas que escondem olhares por descobrir, que escondem fórmulas por decifrar, que escondem sempre qualquer coisa que não conseguimos encontrar.
Por isso, olha-me. Vê-me. E deixa-te estar.

Pois é provável que me encontrem nos Fados.

23.11.03


Hoje
Ao contrário da paixão, as palavras de amor fazem doer. Ferem a alma e agridem o coração. Provocam espasmos no nosso próprio ser, na nossa destilada ira , e fazem sangue. Porque amamos e somos reais.
Por isso eu sei que fazem bem.
Aos olhos de outros, por muito que doa e faça sentir, o Amor assim votado não é, nem pode ser, uma jogada perdida e mal paga ou um penalty falhado à boca da regra e dos limites.
Prevalece mais o não ganhar. Impõe-se mais retribuir tudo aquilo que somos, fomos ou gostaríamos de ter sido. Daí, naturalmente, que sintamos saudades das coisas boas. De gotas de orvalho e erva fresca. Da chuva miudinha e areais com muito sol. De gente só, triste, calada por uma vida ingrata depois de tantos anos de sorrisos.
Hoje é dia 23, Amor. Dia de nunca descrever o que sinto ou, por acaso ou por destino, um dia de calar e esconder o que vai no coração.
Viverei para o saber? Sou muito bem capaz de não...
Mas preciso de você.

21.11.03



À mesa com os amigos

Por vezes, fica-se perdido em recordações temporais de dias e noites que nunca mais regressam. Vive-se em conversas trocadas sem sentido. Filosofias vãs que aniquilam a oportunidade de nos voltar-mos a encontrar.
Mas os tempos, hoje, são diferentes.
As noites podem ter a lua como horizonte, mesmo não tendo o ritmo frenético da nossa juventude. As esplanadas não deviam nunca perder o brilho de todos os bancos de jardim. E os espaços... esses espaços tão nossos, deviam continuar a serem feitos com o timbre artesanal do nosso lado artístico e sentimental.
As flores deviam continuar a ter o seu próprio perfume. Para mim, um cheirinho a maresia. Para ti... para ti, a escolha do teu próprio tom.
Temos que descobrir as noites inventadas por crianças. Dias menos agrestes que nos façam amar e rir até que volte a anoitecer. Daqueles que iludem e deixam rastos. Que deixam pistas para reduzir o outro lado da vida e da má-sorte. Embriagando-me nesse odor, posso ver menos tragédias e ventos impelidos por desgraças. Posso ver partes iguais naqueles que nascem mais perto.
Temos diversas maneiras de sentir. É a própria vida que nos ensina no dia-a-dia. E “se há gente que encara a tristeza a rir, existem muitos outros que choram de alegria”.
Por isso, da minha janela vê-se o mar.


Reservada

20.11.03



Textos esquecidos de Natal (2)

Para quem tem uma vida dura pela frente e pintada em vários tons, vive sempre em função dos dias e das horas que passam vigorosas. Muitas delas lentas e difíceis, outras incrivelmente rápidas e decisivas.
Daí que, para além dos filhos e netos que já tenho, mais não deixo que a minha própria estória de ninguém. Que nunca escrevi. Mas que só eu sei onde está.
Talvez por mágoa, talvez por medo, angústia pelo dia de amanhã, se torne a máscara de mim e de todos os momentos. Pode ser até a sina minha, o meu fado, o egoísmo de todas as coisas e o terminal dos sonhos cor-de-rosa.
Existe sempre, algures, um mar abandalhado nas areias dum rio que nunca encontra a foz. São trabalhos forçados atribuídos a um crime que não se praticou. São condenações a mais para um homem só. Mas por amor, sou capaz de tudo. Até deixar de amar.

18.11.03


Hoje tenho que trabalhar fora das horas de expediente. Liga-se-me a vontade de escrever com a maior vontade de vos ler e mais ainda a vontade de dizer que vida de pobre é mesmo assim. Mas é só financeiramente falando. Ou melhor, escrevendo. Porque estando por aqui sempre vou "ganhando" mais do que se estiver a trabalhar. A sério! Não é treta.
Vão ver amanhã!
Se desejarem fiquem com Ottis Redding, Xutos & Pontapés, 4NonBlonden ou com os gestos e sinais poéticos da minha mais recente visitante: Cat S.
Claro que os amigos do lado esquerdo linkados também são opções ... mas ninguém tem tempo para tudo.
Um bom resto de dia e noite! Divirtam-se e até amanhã. Porque tenho um " vim te convidar para o Flash Blog lá no Navegando na Insônia. Já participou de algum? Se não, venha, vai adorar! Passe lá pra saber como é um Flash Blog."
Tenho que me preparar...

17.11.03



Textos esquecidos de Natal

Há muito tempo tiraram-me o lado feliz da inexistência.
Na continuidade, tiraram-me o mundo puro da minha meninice.
Com tempo enorme de isolamento tiraram-me o lado forte da adolescência e, com o decorrer dos sonhos, fui crescendo ao sabor dos dias que iam chegando.
Formei-me em doses de intuitos e alguma imaginação. Fiz-me de fardos e cruzes em montes e vales que nunca vi. Transformei-me, sem o querer, num labirinto de emoções revolto em mares viciados e dispersos.
Fiquei líquido. Um líquido sólido de gelo e fogo que ultrapassa a nostalgia desta vida.
Sou por vezes um emaranhado de surpresas que ninguém viu, ninguém sabe.
Por alguns anos tiraram-me as raízes do meu próprio destino. Arrancaram-me a crença num deus que não existe ou já morreu.
Fizeram de mim um embrulho de restos e pedaços de cores dispersas e, pelo rumo que vou levando, sobra-me sempre qualquer coisa que insistem, continuadamente, em tirar-me.
Agora foi a vez de me roubarem o lado feliz do meu isolamento. Levaram também o sentido da minha própria liberdade. Perante tudo isto e de tudo mais o que possuo, espero que não consigam privar-me do que me resta: Tu!

15.11.03



Linguagem das Flores

Os nossos jardins estão cheios de estórias e a História das Flores é uma parte da história da humanidade. Desde o início dela, as flores têm servido como inspiração de poetas e pintores. Muita boa gente constituiu família por causa de uma flor. Pensamentos belos foram expressos através das flores e muitas mensagens correram o mundo acompanhadas por uma flor. Inúmeras namoradas receberam flores e alguns bons rapazes foram advertidos por assaltarem o quintal do vizinho para as conquistarem.
Já falou com alguma? Então clique aqui, s.f.f.

14.11.03



Por acaso sabem quão espectacular é o espaço de J. V. de Sousa que até teatro tem?
Esta é para ele.


Já alguém leu Fata Morgana?
Só para ela.

Por acaso, alguém conhece o Buba?
Para ele ouvir.

Conhece a Titas? Uma anarquista adorada que tem um fã fundamentalista?
Dedicada a ela por ele.

Bem me pareceu.

Agora vou jogar um bocadinho contra os americanos.


Há dias assim

Hoje não sei porquê sinto-me assim-assim.
Ou é da terra girar rapidamente e me põe a cabeça em fanicos ou da variedade de pessoas que não conheço e me assinalam.


Por um lado, estou bem. Talvez pelas comodidades e atenções de que sou alvo e não estando habituado a essas coisas me sinta como se tivesse renascido duma qualquer transcendência orbital. Daí sentir-me estranho e descansado.

Por outro, encontro-me mal. Sem querer ampliar a miopia que gera estes casos, não me vejo com ideias claras e liberais – que sempre quis ter – para duvidar das acções favoráveis que tenho presenciado nos últimos tempos. Parece até que me sinto anulado, incapacitado e ao quadrado. Para uma melhor compreensão pedagógica sou capaz de estar absorvido por algum malefício asiático ou por um vírus qualquer que ninguém ainda descobriu.

Seja como for, incrédulo como sempre fui, pode ser que seja agora que o futuro que me resta seja a resposta ao passado que nas vossas mãos existem. Para bem dos outros e de mim. Mesmo que sejam filhos da fruta. E sabem porquê? Porque há dias assim

11.11.03

EFEMÉRIDES

1775 - João Baptista Pelle, presumível autor do atentado contra o Marquês de Pombal, foi executado
1788 - Morreu o príncipe português D. José
1820 - Em Portugal, ocorreu uma revolta denominada por Martinhada
1821 - Nasceu o escritor Fiodor Mikhailovich Dostoevsky
1868 - Nasceu o pintor francês Jean Édouard Vuillard
1885 - Nasceu o General americano George Smith Patton
1911 - Foi criada, por Decreto, uma comissão responsável por coligir todos os documentos guardados no arquivo do Ministério das Colónias, que interessassem à administração colonial
1915 - Morreu o escritor português José Pereira de Sampaio Bruno
1918 - Terminou a I Guerra Mundial, após a assinatura do armistício
1920 - O Soldado Desconhecido foi enterrado na Abadia de Westminster


2003 – Hoje é dia de S. Martinho, vai à adega e prova o vinho.
Se faltarem castanhas têm aqui uma casa às ordens.