12.10.04



Ontem fiquei de folga (como se alguém feito eu, blogodependente, pudesse ter folga) e fui ver o que se passava no resto da minha (nossa) casa.
Tinha o vídeo a pedir que o ligasse aos CD’s arrumadinhos e a TV da sala angustiada e triste de haver imenso tempo em que não afagava os botões do seu mais directo acessório: o telecomando.

Por cima da janela do meu quarto, perdão… (isto é a letra dum fado que estou a tentar compor em parceria) por baixo de um Almada na parede pregado, ia eu a dizer, tinha Baudelaire e Proust a acenar e a perguntarem pelo dia em que lhes podia pegar.
Eles não sabem nem sonham que “aquilo” foi herança duma tia-avó cultíssima e que o meu francês já teve os seus dias contados. Saramago e Cardoso Pires, um pouco mais abaixo, faziam a mesma coisa. Aqui, desculpei-me com os blogs e optei pela televisão. Canal puxa canal e logo me surpreendi que “Os Malucos do Riso” ainda fossem vivos.
Aleatoriamente salto de canal, como faço quando vou aos blogs – é assim mesmo, eu não visito, vou.

Os meus preferidos, antes de ocupar tanto tempo com esta brincadeira, o AXN, Hallmark e Hollywood continuam a repor saudades que eu já tinha dos filmes que já vi. O Canal de História, Odisseia e People+Arts ainda me prenderam um bocadinho, mas quando olhei para o relógio…eh pá!, vai dar o Prós e Contras sobre a Esquerda e a Direita, (onde vai estar -esteve - o Pedro Lomba como convidado especial), e ainda tenho que ver a entrevista do Fernando Tordo na 2 e dar uma saltada à Quinta. A das Celebridades.

(continua)
ps – porque está na hora de ir ver os “putos” em Alvalade XXI.

10.10.04



Hoje esperava notícias do Liechtenstein, mas não vi o padeiro nem o carteiro.
Haxixe muito estranho!

Serei o único que trabalho ao domingo?


9.10.04

Porque hojé é sábado...



* Um livro - Os Pescadores (Raúl Brandão)

* Um filme - Hidalgo (Joe Johnston)

* Uma viagem - Volta ao Mundo (Jorge Fragoso)

7.10.04



Ó sô Presidente!, está à espera de quê?

Contra mim falo.
Quanto mais o Governo que V. Ex.ª empossou se espalha, mais eu ganho com a coisa.
Por cada asneira cometida pelos empossados, por cada recuo ao desenvolvimento estabelecido na Constituição, por cada tiro no pé, atinjo um nível superior. Quer social, quer financeiramente.
Mas não me pergunte porquê. Deve ser o meu karma, sei lá…


Não me queira afastar dos meus amigos. Não me quero afastar da riqueza que os mais pobres transportam: a alegria de ter os pés descalços e a nobreza do carácter quando se come pão de quatro dias.


Todos já vimos que há sinais de mudanças no ar. Todos nós sabemos que esta rapaziada que lá colocou não perdura e, inclusivamente, não sei o que fazer ao enriquecimento abrupto que a minha vida leva por cada disparate a mais que se pratica.
Sô Presidente, deixe-me continuar a ser quem era.

* (a acompanhar o texto esteve José afonso)


6.10.04



Hoje acordei esquisito.
Não sei se foi dos pastelinhos de bacalhau que comi ontem à noite ou os efeitos desta ponte que não fiz. Só sei que me apetece andar aos tiros, ouvir música em altos berros e dedicar algumas a quem passa por aqui. Nem que a dita seja de qualidade duvidosa não tanto como eu os vejo.
Portanto já sabem, vai acontecer o post mais comprido de que há memória e hoje não estou p’ra ninguém. Pisguem-se!


* Esta é para o molin, esse compincha.

* Esta aqui vai direitinha à minha amiga Márcia. Tão longe mas tão perto.

* O prometido é devido, CC.

* A Cachuchinha deve gostar desta. Digo eu.

* Esta retenho sempre. O Kappa também.

* À titas, de volta das sacanas das suas traduções, e ao Buba, uma amizade antiga de poucos meses que o seu bisneto Pedro, um dia continuará, fica esta.

* À Fata Morgana e Catarina, quão distintas e diferentes, ouso dedicar esta.

* Assim de súbito, anarquicamente, lembrei-me da minha querida Aninhas. E da Tania. Quer a uma, quer a outra, devo amizade e favores, respectivamente. Pode ser que gostem desta.

* Para a D. Valéria, pequenina intenção esta que gostaria de ouvir com a voz dela.

* Nunca cansarei de contar amigos. Estejamos ou não no mesmo tom. De qualquer forma, dedico esta ao Orca, ao morfeu e ao Santa Cita. Companheiros de batalha e afins.

* Para os meus ilustres acompanhantes destas andanças: João Tiago, Tó Zé e mais pintelho menos Pintelho, lembrei-me desta. Depois não me venham cá com tretas...

* Continuando a saga cosmopolita em que os blogs são propícios, julgo saber que Ma-Shamba e Substrato nada perdiam se ouvissem um bocadinho de Cesária. A Évora.

* Foi com o “Corazon Partido” que verifiquei que o meu servidor não me serviu nestas últimas quatro horas para me lembrar dumas meninas amorosas. Em triplicado.

* Danado que fiquei vingo-me já aqui com esta para a Gotinha, para a Didas e para a Maria. Com os cumprimentos de sempre. Toma.

(tenho os linguados ao lume, mas isto não acaba aqui)

* Precisamente após os linguados, deparou-se-me o programa Celebridades. A Júlia fez anos, a Cinha tá parva e o Zé parece que tá a ganhar mil contos por semana. Nada melhor que ouvir os U2 e pedir ao OldMan, à Emília, à Madalena e ao António, que me tirem deste filme.

* Para descongestionar vou tentar bater nos americanos, que têm sempre on line mais visitantes do que qualquer blog que se preze. Pode ser que me passe a esquisitice com que acordei.

* Lá ganhei uns joguitos (já sou expert!) mas a esquisitice ainda não passou. Ainda mais esquisito é a forma ortodoxa como tudo acontece em Portugal nas últimas horas.
Marcelo Rebelo de Sousa é esquisito e foi-se. Carlos Carvalhas não é, mas foi-se também. Esquisito continua Paulo Portas e um gajo que canta na TVI, do qual agora não me lembro o nome.
São quase três da manhã, este governo mantém uma paneleiragem acima dos valores europeus em cargos de chefia e eu não há maneira de me ir deitar. Tudo isto devia ser descontado nas quotas sobre reduções de impostos e acrescentado na valorização das causas públicas quando o Durão (já ninguém se lembra dele, coitado) discursar no PE . Digo eu, sei lá...
Ainda não tive pachorra para ir ler o JPP, o MST, o BdE e o Tino. De Rans.
Fico por aqui a ouvir esta, dedicada ao Bruno, ao Pré, à Conchita e à Silent Soul.

4.10.04

3.10.04



Dia do Rato

Falar com blogs é fácil, é simples, mas não dá milhões, julgo eu.
Clica-se neste, clica-se naquele e, entre um e outro, continua-se a clicar em vários outros que nos dão a conhecer um caminho quase infinito para mais e mais blogs.
E entabulamos conversa. Virtual. Em comentários, MSN, e-mail, tiques e toques, outras congeminações, recursos variados e o diabo a sete. Nisso estamos previlegiados.
Aliás, é o percurso normal de quem perde um bocadinho a navegar por aí, num dar-a-dar ao dedo com intermináveis horas gastas e sentir como se estivéssemos em amena cavaqueira com as pessoas que escrevem nos seus diários, e que elas próprias estivessem mesmo aqui ao nosso lado. Eu próprio, só para solidificar o intento, faço mais viagens dessas do que tenho de post’s escrevinhados. E, invariavelmente para não variar, é curiosa a impressão que me ficou; ninguém fala do rato. Esse precioso elemento das nossas vidas de bloguenses, bloguianos, blogães, ou de bloguices a quem der mais jeito.

E é precisamente com o rato que dramatizo, invento e consigo, contigo, e conto muitas coisas mais. É com o rato que compro, troco e alugo colectâneas, links,beijos e abraços.
É com o rato que sei de gente que escreve Poesia, Música, Dança ou Teatro. Pintam-se quadros, pinta-se a manta e descobrem-se coisas. Partilham-se ideias e ideais e idiotices. É com o rato que mutuamente nos aconselhamos, rimos e jogamos, e nunca nem ninguém - que testemunhasse - refere o rato. Esse acessório imprescindível.

Fazem-se diabruras e desenhos com o rato. Com o rato analgésica-se, morde-se, desactiva-se e marcam-se cruzes. Há quem realize compras e trocas, mije nos cantos da net e registe-se em tudo quanto é sítio de presenças e raivas.
Fala-se e comenta-se as primeiras páginas dos media, dá-se a conhecer casos, conceitos, leituras. Contestam-se as almas, reprovam-se os segredos e amam-se as donzelas, mas continuo a não ler uma palavra sequer sobre o sacana do rato. Não está certo!

O rato tem sido o meu principal, senão único, braço direito.
É o meu rato que possui o valor de abrir, fechar, aceitar, negar, o que eu quiser.
É o meu rato que me dedica toda a sua arte, na congénere componente tarefeira com que nos entendemos, que faz com que fale com quem quero e não absorva o que outros querem que eu aprenda, alinhe ou apresente. De que me serve uma análise bem cuidada se não tiver o rato para concluir. Fechar. Pôr fim. Despedir-me, desligar-me, e mandar o conteúdo indesejável p’ró c******. O meu rato faz parte da minha anarquia.

O rato, minha senhora e meu senhor, é o garante da nossa própria fantasia ou morte.
Sem rato ninguém diz nada, fala nada ou sequer existe coisa nenhuma. Porque carga d’água se esquece o rato - sábio, atento, leal e promissor - sabendo todos não existir rata capaz de o engolir ou escravizar?

São estas injustiças computorizadas que me fazem estar, por vezes, filosoficamente errado.
Mas hoje não! Hoje é dia do rato. Outro amigo que tenho. Assim como aquelas e aqueles que conseguiram ler isto até ao fim sem o utilizarem para sair a preceito ou com uma desculpa esfarrapada de, no mínimo, deixarem um "Olha!, boa merda de dia, o do rato".

Bom dia, boa tarde, boa noite, conforme a hora em que estiver sintonizado.

28.9.04

Bom dia!

Esta semana, este espaço vive em estado de

Não se promete brevidade.


26.9.04



Faz tempo que não vou à praça.
Vai ser hoje!

A ida à praça, uma expressão popular portuguesa tão em desuso, é uma enriquecedora viagem às nossas tradições mais profundas e emblemáticas.
Iniciando, com passo lento, logo à entrada, a visão e o olfacto são espicaçados pelas cores diversas dos frutos e legumes dando ao ambiente aquele cheirinho tão agradável de tudo quanto é fresco.

Um odor característico invade toda a minha memória de menino.
As vendedeiras, com aventais garridos e de idade avançada, recordam-me as varinas do meu tempo desenhadas nas sombras do Tejo percorrendo as ruas da zona do Cais do Sodré onde eu brincava.
Os pregões foram substituídos por pedaços de cartão com preço afixado em gatafunhos do tempo da não escolaridade obrigatória e não há quem grite “ó viva da costa” nem “quem quer figos, quem quer almoçar”. O velho escudo deu lugar ao euro dando uma imagem europeísta que não se tem na “ida à praça”. Podem continuar a mudar o sistema, mas nunca mudarão as características singulares dum povo mercador por natureza.

Infelizmente, mantêm-se os pedintes. Agora, dolorosamente acrescentados, por gentes ainda mais pobres oriundos sabe-se lá de onde. Nas balanças pesam-se peras Rocha e laranja Dalmau não se sabendo, exactamente, se a proveniência continua ribatejana ou do Alentejo, fazendo esquecer aquelas gentes que vivem dias conturbados. As maçãs vermelhas do hemisfério sul abundam e vincam a concorrência existente com a comunidade europeia. Proliferam nomes de produtos a que ninguém passa cartão: Smith, Royal ou Gala são exemplos. Navel, Comice, Encore ou Ortanic não aquece nem arrefece. O que importa é comprar pelo mínimo custo tudo o que se puder, de superior qualidade.

Numa ida à praça, encontra-se de tudo: óculos de sol que já tivemos, gravatas listradas que ninguém usa, brinquedos com defeito que ninguém quer e fatos-macaco de zuzarte ou de caqui. Porcelanas da Índia, discos antigos, relógios-de-cuco e rolhas de cortiça. Descobrem-se tasquinhas feitas à mão onde se bebe morangueiro, amigos que já não víamos e a quem convidamos para almoçar, e o prazer de estar junto a este povo extraordinário sem blog para contar histórias já esquecidas.
Só não vi os costumeiros beijoqueiros dos políticos em campanha, nem a Rosinha. A dos limões.

25.9.04


Image of the Teresa

Desabafos sabáticos
(ou o que me apetece fazer por vezes)

Num ano e tal desta brincadeira (entenda-se blogs) aprendi de tudo um pouco e já é cansativo dizer que arranjei amigos. Virtuais. Ilustres. Companheiros, camaradas e compinchas com quem nunca tive o prazer de beber um copo, jantar, jogar às cartas.
Podem ser poucos mas são bons.

Muitos deles, que bem que escrevem! Outros tantos, ou mais, que escrevem bem. Coisas giras como se me estivessem a contar as peripécias da sua própria vida na esplanada do café, na sala de estar da minha casa ou num passeio de barco pelas margens do meu rio. Desses gosto mais. Sejam “eles”, sejam “elas”, e tenham a idade que tiverem.

No entanto, há coisas que não percebo (mentira, percebo muito bem mas não quero dar o braço a torcer) dando como exemplo os blogs de outros países onde qualquer gato-sapato tem, à primeira vista, reciprocidade garantida. Seja ela fútil ou utilitária – no sentido literal do adjectivo.

Continuo a convencer-me que Portugal e os portugueses não são mais nem menos do que outras civilizações e culturas. Há blogs de criatividade e génio. Temos artistas e poetas, escritores e cientistas, crianças e professores, jornalistas, doutores e gentios que escrevem livros. Temos ordinários cultos e políticos, sábios egocentristas, gordos, magros e fadistas.

Mas os blogs portugueses são isso mesmo: vilas e aldeias pouco abertas dentro da cidade, um pouco perdidos no país e sem rumo certo neste mundo. A prová-lo ficou a volta que dei naquele dia 16: demorei dois dias a clicar nos links que tenho expostos ali ao lado (que não são assim tão poucos) para deixar uma palavra ou um bom dia. Retorno ao acto e efeito? Quase nicles.

Ter poucos ou muitos visitantes não faz de mim melhor, ou pior, pessoa. Sei no que me meti e não vou mudar por isso. Mas sabendo que um “hoje fui levar a filha à escola” possa ter vinte e três comentários ortodoxos, e pouco atraentes, comparado com a exposição duma nota angustiada dum blogger que a transmite, e que espera uma palavra estimulante, de amigo, possa ter apenas dois é que me deixa mal disposto.

Coisas minhas. Não façam caso.

23.9.04



Dia 23

o meu outro lado da vida
a minha fortuna e sorte
o meu amor

"Quand il me prend dans ses bras,
Il me parle tout bas
Je vois la vie en rose,
Il me dit des mots d'amour
Des mots de tous les jours,
Et ça me fait quelque chose
Il est entré dans mon cœur,
Une part de bonheur
Dont je connais la cause,
C'est lui pour moi,
Moi pour lui dans la vieIl me l'a dit, l'a juré
Pour la vie.
Et dès que je l'aperçois
Alors je sens en moi
Mon cœur qui bat."


22.9.04



À mão? Só o bacalhau!


Há mãos que tudo fazem e outras que fazem tudo.
Mas esta é mão de mestre. Esta é a mão de todas as mãos que nos envolve e afaga. Que nos torna únicos e nos transporta para os abatjours da lucidez e do bom senso.
Quem mais Alegre nos poderia lembrar que “Com mãos se faz a paz se faz a guerra. Com mãos tudo se faz e se desfaz. Com mãos se rasga o mar. Com mãos se lavra.” ?
Quem mais nos faria recordar Rafael, de engenho e arte, que faz ainda hoje perdurar as mãos dum povo agarradas à faiança destas Caldas?

À mão tudo se faz.
É à mão que se fazem os bordados e sandálias rasteirinhas. Filigranas e camisinhas com motivos abstractos. É na mão que se reza o terço e se reparte o pão.
A “punheta de bacalhau” é feita à mão assim como as colchas e os tapetes de Arraiolos. Foi à mão que Camões andou por mares nunca dantes navegados e foi à mão de semear que Arquimedes descobriu as leis da alavanca e da roldana.

Quem mais nos faria ter presente que foi à mão que Pessoa descobriu não ser quem era e que alma tinha? Quem mais nos daria a certeza de que é à mão que se labuta quando se nasce filho da outra? Quem mais nos mostraria que é à mão que esta fada nos inventa?
Maria do Carmo Félix da Costa Seabra
A nossa ministra da educação que foi feita à mão.

21.9.04

Será?

Será que é hoje que esta senhora conseguirá fazer publicar as listas de colocação dos professores mesmo antes de se demitir?

Nada melhor que ir dando uma vista de olhos no

Pode ser que aconteça um milagre.

20.9.04



- Ainda te lembras dos tempos em que não havia blogs?
- Claro! Não se fazia nada à 2.ª feira e ninguém se preocupava se o Haloscan ou o sacana do TagBoard funcionavam ou não. Fosca-se!



Pois é. Dia de sapateiro.
Onde se nota um semblante mais sorridente nos bons chefes de família. Dia em que o primeiro-ministro está mais atarefado em condecorar Carlucci do que se preocupar aonde pára a Joana. Saber da boa prestação do Carlos Ferreira que já fez subir a bandeira deste Portugal Deficiente e a Vanessa que já se desforrou ao conquistar a Taça do Mundo no triatlo. Mas é dia sem solução para salvar gente atacada de Leptospira (ali há rataria) em Ponte de Lima.

Ainda assim, resta a esperança dos Burros de Trás-os-Montes como alternativa terapêutica para pessoas com deficiência. Se, pelo menos, os burros de Lisboa servissem…

Mas é 2.ª feira. Ainda a semana é uma criança.

19.9.04



Depois desta grande volta encontrei de tudo. Faltou-me só descobrir o paradeiro do Bagão Félix.
Se o encontro...
(o gajo que não me diga que é do Benfica desde pequenino)

16.9.04

Olhe, pssst, faxavor…

O que é que está aqui a fazer? Não sabe que fui ver o Benfica, tenho que me actualizar nos blogs e até sou capaz de estar no seu neste momento?

Apareça quando eu terminar de dar a volta, s.f.f.. Hoje não!


15.9.04



Aviso sério

Chamo a atenção de quem (ainda) tem pachorra para perder aqui o seu tempo, para a fotografia deste meu precioso par de jarros: o João e a minha Gina. Não é por nada, mas se os reconhecerem na estrada afastem-se ou encostem. Imediatamente.

Ainda parece que foi ontem que andava com ela ao colo e já tem a sua vida quase organizada. Casa, emprego, noivo e sonhos bonitos para o futuro. Netos para eu aturar, incluídos.
Hoje fez-me “outra” : ficou bem no exame da carta de condução.

Tou a avisar!

14.9.04



Coisas que são DIFÍCEIS de dizer quando se está c’os copos:
- Indubitavelmente
- Preliminarmente
- Proliferação
- Inconstitucional

Coisas que são MUITO DIFÍCEIS de dizer quando se está c’os copos:
- Especificidade
- Transubstanciado
- Verosimilhança
- Três tigres

Coisas que são IMPOSSÍVEIS de dizer quando se está c’os copos:
- Eu, bêbado…?
- Chega, já não bebo mais!
- Boa noite, seu guarda. Uma bela noite, não?
- Tá bom, tá bom, desculpa... eu sei que tou a cantar alto

13.9.04



Pensamento da semana:

"Se ainda não encontrou a pessoa certa, divirta-se com a errada."