23.6.11

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Em muitos anos desta vida que me vai acontecendo, o dia vinte e tês está como um marco no percurso das minhas próprias recordações. Mesmo que não queira, não consigo esquecê-lo. E dói ao recordá-lo.

É assim o andamento da existência que não escolhemos e que nos aparece por acaso ou sorte.

Ela hoje fazia anos.

6 comentários:

Madalena disse...

Um beijinho grande para ti Eduardo. Não sei o que dizer. As tuas palavras doem a tua dor e não há como contornar os dias em que as memórias batem mais fortes...

Márcia Maia disse...

Um beijo grande, meu amigo.

al cardoso disse...

A minha solidariedade, era linda!

Um abraco dalgodrense.

Rosa Brava disse...

Deixo um Abraço.

Odele Souza disse...

Há dores que não passam, ficam para sempre tatuadas em nossa alma. Mas acredito que o carinho dos amigos ameniza essa dor. Fica então com o meu carinho Eduardo.

© Piedade Araújo Sol disse...

a dor que fica, e nem o tempo apaga.

saudade presente.