23.5.05



quase sem olhar
sempre te vejo
e...
sem razões para perceber
entendo-te

sem saber muito,
saem-me palavras
que não conheço,
descubro espaços longos
e estremeço ...

por isso,
invade-me o medo
de não saber escrever
o que mereces do meu sentir,
e...

no fundo,
talvez até não saiba como dizer
da maneira e gesto mudo
que só tu sabes distinguir
quando me faltas.

mas regressei.
estou aqui,
à volta deste espaço
sem discurso algum
onde estarei sempre,
até nós dois querer.

ou só apenas um...

Olá. bom dia! Voltei ao convívio dos amigos. A Festa do Benfica? É já a seguir...! Preciso beijar a família e guardar os papéizinhos que trouxe do Alentejo.


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